O ouro bateu outro recorde. No mercado americano, aflito de novo com a inflação no país, só se falava na cotação chegando a US$ 2.000 a onça-troy.
O fantasma da "estagflação", a inflação sem crescimento econômico, voltou a assombrar o mercado, sacudido na quinta por um golpe duplo: dados indicando alta da inflação e alta do desemprego nos Estados Unidos.
Para tirar a economia desse atoleiro o banco central americano — o Federal Reserve — teria de quebrar a cabeça. É que políticas monetárias tradicionais não servem para resolver os dois problemas simultaneamente. Isso aumentaria a demanda de ouro.
"Acho difícil não chegarmos a US$ 2.000 [a onça-troy] até o final do ano", disse Adam Klopfenstein, estrategista sênior de commodities da MF Global. "Aliás, acho que chegamos lá até o final do mês".
O contrato futuro mais negociado, para entrega em dezembro, acumulava há pouco alta de US$ 44,20, ou 2,4%: era cotado a US$ 1.866,20 a onça-troy no braço Comex da Bolsa Mercantil de Nova York. No mesmo pregão, o contrato chegara ao recorde de US$ 1.881,40.
O ouro para entrega em agosto, o contrato do mês corrente, era cotado a US$ 1.863,20, alta de US$ 44,30, ou 2,4%. Isso depois de ir e voltar do recorde de US$ 1.874,40 a onça.
Na Europa, as bolsas voltaram a cair nesta sexta-feira. Ações de bancos estiveram entre as que mais perderam no dia. Explica-se: o investidor teme que a crise da dívida na zona do euro vá derrubar os resultados do setor. Muita gente que atua no mercado teme que a falta de medidas decisivas da parte de líderes do bloco europeu faça a crise se alastrar para o sistema financeiro como um todo e aumente o risco de uma crise bancária.
"São problemas que não se resolvem com um canetaço, são coisas que levam tempo para serem solucionadas", disse Klopfenstein. Da MF Global.
Mesmo com a cotação batendo recordos, muitos investidores seguem decididos a comprar ouro. A esperança é que o metal proteja seu patrimônio tanto do recuo em mercados como de problemas mais sistêmicos, como uma crise bancária provocada por problemas de dívida soberana.
"O retorno extremamente baixo do mercado de renda fixa e o aumento da inflação total estão empurrando ainda mais para baixo o custo de aplicar no ouro, o que aumenta a demanda e limita a oferta", disse Bart Melek, estrategista sênior de commodities da canadense TD Securities.
A desvalorização do dólar deu impulso adicional ao ouro. O dólar caiu em relação a uma cesta ponderada de moedas: o índice ICE caiu para 73,851, de 74,244 no final da quinta em Nova York.
Quando o dólar perde força, futuros de ouro com preço em dólar parecem mais baratos para o investidor que usa outras moedas.
Tudo indica que o ouro vai fechar uma semana de cinco dias de alta. É que o investidor corre para comprar o metal às vésperas do fim de semana.
"O cidadão ruma para [ativos] que lhe deem paz de espírito quando há muita incerteza e o mercado está fechado", disse Klopfenstein.
24 agosto, 2011
13 abril, 2011
Tudo Sobre Joias
Conheça a história das Joias
Falar sobre a origem da joia é falar sobre a própria origem do ser humano.
A palavra “joia” vem do latim jocalis, que significa “o que dá prazer”. Há algum tempo foram escavados grânulos de cem mil anos de idade feitos da concha de um molusco conhecido cientificamente como Nassarius, e acredita-se serem estas as joias mais antigas conhecidas. Os primeiros adornos eram feitos com ossos, dentes de animais, conchas, pedras, madeiras e simbolizavam status, poder ou misticismos.
O ouro exerce atração sobre o homem desde a época das descobertas dos metais e é explorado há mais de seis mil anos. No Egito antigo, estima-se que a primeira joia foi feita há cerca de cinco mil anos. Os egípcios adoravam a raridade, o brilho e a durabilidade do ouro e usaram-no na fabricação de sarcófagos e no adorno do mobiliário dos faraós. As joias dos faraós eram enterradas junto com eles. Mais tarde, na Roma Antiga , os romanos usaram o ouro para financiar a guerra.

Os broches foram criados para prender as roupas, usando-se ouro, bronze, pérolas e ossos. Mais adiante no tempo, os italianos criaram colares, fechos, braceletes, brincos e grandes pendentes para armazenar perfumes.
Na Idade Média a lapidação começou a ser desenvolvida, e a pérola, o rubi, a esmeralda, a safira eram as gemas mais utilizadas.
No Renascimento, os estudos de anatomia e engenharia ganharam força e os ourives conseguiam reproduzir com fidelidade formas humanas representadas em peças inspiradas na mitologia greco-romana. A joalheria deixou então de ser patrocinada pelo Clero e passou a ser patrocinada pela burguesia. Foi aí que o ofício de ourives começou a ganhar status de arte, assim como a pintura e a escultura.
A joia vem servindo a várias funções ao longo do tempo. Nos primórdios da sua criação, por exemplo, tinha como função proteger as pessoas do mal. Os dotes eram pagos com joias, também era uma marca de distinção entre realeza e plebe e foi usada como moeda para bens de troca.
Em 1895, houve a abertura da galeria Maison de l’Art Nouveau, onde foram expostos objetos desenhados com influência da arte oriental. Nesta exposição, destacou-se René Lalique, que transformou Paris na capital da joalheria.
Na Segunda Guerra Mundial, houve uma queda no processo de fabricação de joias, a Europa parou de ditar moda – passou-se a viver o American way of life. Apenas nos anos 50 a joia como arte voltou a ser desenvolvida. Nos anos 60 inicia-se uma redefinição de sua função social. O design passa então a ser mais valorizado pelo conceito.
Atualmente, não há nada mais associado ao luxo do que uma joia.
A palavra “joia” vem do latim jocalis, que significa “o que dá prazer”. Há algum tempo foram escavados grânulos de cem mil anos de idade feitos da concha de um molusco conhecido cientificamente como Nassarius, e acredita-se serem estas as joias mais antigas conhecidas. Os primeiros adornos eram feitos com ossos, dentes de animais, conchas, pedras, madeiras e simbolizavam status, poder ou misticismos.
O ouro exerce atração sobre o homem desde a época das descobertas dos metais e é explorado há mais de seis mil anos. No Egito antigo, estima-se que a primeira joia foi feita há cerca de cinco mil anos. Os egípcios adoravam a raridade, o brilho e a durabilidade do ouro e usaram-no na fabricação de sarcófagos e no adorno do mobiliário dos faraós. As joias dos faraós eram enterradas junto com eles. Mais tarde, na Roma Antiga , os romanos usaram o ouro para financiar a guerra.
- Exemplo de Anel usado na Roma Antiga
Na Idade Média a lapidação começou a ser desenvolvida, e a pérola, o rubi, a esmeralda, a safira eram as gemas mais utilizadas.
No Renascimento, os estudos de anatomia e engenharia ganharam força e os ourives conseguiam reproduzir com fidelidade formas humanas representadas em peças inspiradas na mitologia greco-romana. A joalheria deixou então de ser patrocinada pelo Clero e passou a ser patrocinada pela burguesia. Foi aí que o ofício de ourives começou a ganhar status de arte, assim como a pintura e a escultura.
A joia vem servindo a várias funções ao longo do tempo. Nos primórdios da sua criação, por exemplo, tinha como função proteger as pessoas do mal. Os dotes eram pagos com joias, também era uma marca de distinção entre realeza e plebe e foi usada como moeda para bens de troca.
Em 1895, houve a abertura da galeria Maison de l’Art Nouveau, onde foram expostos objetos desenhados com influência da arte oriental. Nesta exposição, destacou-se René Lalique, que transformou Paris na capital da joalheria.
Na Segunda Guerra Mundial, houve uma queda no processo de fabricação de joias, a Europa parou de ditar moda – passou-se a viver o American way of life. Apenas nos anos 50 a joia como arte voltou a ser desenvolvida. Nos anos 60 inicia-se uma redefinição de sua função social. O design passa então a ser mais valorizado pelo conceito.
Atualmente, não há nada mais associado ao luxo do que uma joia.
08 abril, 2011
05 abril, 2011
Entenda o OURO 18K (quilate).
O Quilate do Ouro
Quilate (Karat-K)
É a forma de dizermos a proporção de ouro que entra numa liga. O Ouro puro é denominado ou 1000 ou 24 quilates (24K). Na realidade o ouro nunca tem uma pureza total e a classificação mais alta cai para 999 pontos na escala européia. O ouro (24K) que chamamos de 100% equivalente a 999 pontos na escala européia. O ouro (18K) que tem uma pureza de 75% equivalente a 750 pontos
Quilate (Karat-K)
É a forma de dizermos a proporção de ouro que entra numa liga. O Ouro puro é denominado ou 1000 ou 24 quilates (24K). Na realidade o ouro nunca tem uma pureza total e a classificação mais alta cai para 999 pontos na escala européia. O ouro (24K) que chamamos de 100% equivalente a 999 pontos na escala européia. O ouro (18K) que tem uma pureza de 75% equivalente a 750 pontos
Quilatagem | Conteúdo de Ouro | Pureza |
24K | 100% | 999 |
18K | 75% | 750 |
14K | 58,3% | 583 |
10K | 41,6% | 416 |
17 março, 2011
O que gravar nas alianças
Gravações usando os Nomes:
1. Nome e Nome + Data
2. Nome + Sobre nome
3. Nome ♥ Nome
4. Nome + Amor Eterno
5. Nome + Eu Te Amo
5. Nome + Eu Te Amo
6. Meu Amor + Nome
7. Somos um + Nome
8. Nome + Minha Vida
9. Seu +Nome
10. Sua + Nome
11. Nome + NEOQEAV
8. Nome + Minha Vida
9. Seu +Nome
10. Sua + Nome
11. Nome + NEOQEAV
O que significa NEOQEAV? Nunca Esqueça O Quanto Eu Amo Você
Frases que começam em uma aliança e termina na outra:
1. Para sempre… …Te Amarei!
2. Que o nosso amor…
… Pra sempre viva.
3. O que Deus uniu..
…nada pode separar
4. Nasci para te amar...
...Vivo para te amar
5. Uma confissão..
..Eu te Amo
6. Vou Te Amar...
... Eternamente
14 março, 2011
Como Cuidar de suas Joias
1. Retire seus anéis para desenvolver serviços manuais pesados, evitando arranhões e quebra de pedras.
2. Afaste-as de produtos químicos – isso inclui cosméticos, perfumes, sabonetes, cloro de piscina e medicamentos. Eles alteram a cor das pedras e metais e atacam sua liga.
3. Evite a ação do sol e do calor sobre as peças.
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